CRISE DE IDENTIDADE | Domingo Zen + Veda #30

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30/04

Você sente que não sabe quem realmente é? Sente não pertencer aos ambientes em que vive? Esses Domingo Zen traz uma reflexão sobre esses sentimentos, com dicas para quem quer desenvolver mais o autoconhecimento. Vamos refletir?

Recebi um email de uma leitora que mexeu muito comigo, ela dizia tentar buscar aquilo que mais gosta de fazer, entender quais são seus hobbies, mas sente muita dificuldade em entender quem ela é de verdade. Isso reflete uma questão muito comum na verdade, muitas pessoas passam por crises de identidade e, eu mesma, passei por isso no ano passado e precisei me redescobrir diante do mundo e diante de mim mesma.

Uma das coisas que eu fiz naquele momento de crise existencial e crise de identidade foi olhar para minha vida e para meu dia a dia de forma bem ampla. Tudo o que eu fazia, com quem convivia, por que e por quem eu fazia tudo isso. Percebi que vivia demais em modo automático, repetindo padrões dos ambientes e da sociedade a minha volta. Naquilo que fazia já não havia tanta satisfação, já que eu nem me questionava se sobrava algum tempo para eu fazer algo por mim mesma, que refletisse minha real essência. Foi desconstruindo uma série de padrões e observando a maneira como eu vivia, que pude me entender comigo mesma e identificar tudo aquilo que não fazia mais sentido ser, fazer ou pensar.

Naturalmente nossas fases mudam, nossos ambientes mudam e nós mudamos. As preferências, os gostos, prioridades, tudo isso vai se transformando e, por muitas vezes, acabamos empacados sendo nosso eu de outros tempos ou um eu mecânico, modelado pela sociedade e crenças impessoais, e com o tempo vem a sensação de não pertencimento, insatisfação, de não saber mais quem somos. Por isso eu sou tão a favor da auto observação, porque pensamos o que pensamos, porque fazemos o que fazemos e, nessa reflexão, falo também sobre o questionamento do ‘por quem e para quem’ faço o que faço.

Temos compromissos a cumprir com nossa família, em nossas profissões, atividades e seja lá o que for. Nem tudo isso pode ser por você e para você, mas o ponto chave aqui é levar equilíbrio a rotina, de forma que você possa ter um tempo e uma dedicação cotidiana para se suprir como pessoa, para estar com você, fazer algo que gosta, sem pressão, sem cobrança, simplesmente para se fazer feliz. Entendendo a estrutura dos seus dias e daquilo que ocupa seus dias, é possível encontrar lacunas que podem ser preenchidas ou atividades e momentos substituídos por algo que faça muito mais sentido, que te traga mais satisfação e leveza.

VEJA A REFLEXÃO EM VÍDEO

O começo para o autoconhecimento é permitir se observar, sem tantos julgamentos e se permitir pequenos desconstruções que trarão grandes mudanças. Fazer diferente, pensar diferente, a ponto de passar a ser diferente, da forma como você realmente gostaria de ser, por você, para você. Mesmo nas tarefas e momentos dedicados aos outros ou ao mundo, colocar sua alma, sua personalidade, imprimir sua essência no que faz. Isso te mantém conectado com seu eu interior! Pense nisso!

Espero ter ajudado! De coração =) um dia após o outro e que a cada dia você possa se reencontrar cada vez mais com você e se reconhecer como um ser de luz, merecedor de felicidade, de amor e daquilo que desejar!

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Beijos com amor,

Ju