TERRIBLE TWO| Descubra como lidar com a crise dos 2 anos

03/12

Os Terrible Two estão dando as caras por aqui, mas temos que lidar, não é mesmo? A maternidade é uma aventura real e com uma filha de quase 2 anos, chegamos nesse momento que é essencial pro amadurecimento dela.

O QUE SÃO OS TERRIBLE TWO?

Os terrible two, também chamados de “crise dos 2 anos“, “terríveis 2 anos” e “adolescência do bebê“, são a fase em que a criança começa a dizer não para tudo e a se recusar a seguir orientações ou aceitar decisões (ou seja, a fazer birra e ser “do contra“). Podem começar a surgir entre os 18 e os 34 meses – isso tem mais a ver com o desenvolvimento do bebê do que com a idade em si.

Aliás, uma coisa legal é que o Kinedu entende que cada criança é única e se desenvolve no seu próprio tempo, então a sugestão de atividades e artigos é personalizada de acordo com as necessidades únicas de cada bebê. O Kinedu sabe em que estágio o seu bebê está conforme você assinala os marcos do desenvolvimento que o seu filho já completou.

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POR QUE OS TERRIBLE TWO ACONTECEM?

Nesta fase, as crianças estão começando a se perceber como separadas dos pais, o que faz com que elas queiram se sentir independentes. Para isso, elas vão testar os limites dos pais e comunicar seus gostos e desgostos o máximo que puderem.

Além disso, elas ainda não conseguem fazer tudo o que desejam, o que gera muita frustração. Só que elas também ainda não sabem como lidar com as próprias emoções ou expressá-las, por isso tanto choro, grito e birra!

Se nós, adultos que somos, temos dificuldade para lidar com as nossas emoções e sentimentos nos momentos de frustração, imagina uma criança, gente? É preciso ter muita paciência sim, mas, acima de tudo, compreensão é fundamental nessa fase da crise dos 2 anos.

Sim! É uma fase e vai passar! Acredito que é necessário para a pituca amadurecer e crescer como uma criança saudável. Tô tentando encarar isso como um momento para fortalecer a nossa amizade de mãe e filha.

COMO LIDAR COM OS TERRIBLE TWO?

1- Nomeie as emoções do seu filho e converse sobre os sentimentos.

Faça isso não na hora da birra, mas como uma prática frequente, para ajudá-lo a perceber e identificar as próprias emoções.

Sempre que eu leio uma história, principalmente quando tem muitos personagens, eu estimulo a Anne Liv para dizer o que cada personagem está sentindo. Assim ela aprende a se comunicar, identificar não apenas as emoções dela, mas das outras pessoas também.

2- Depois de nomear as emoções, sugira formas de lidar com elas.

Afinal, não adiantar saber o que estamos sentindo e não ter estratégias para amenizar emoções e ter equilíbrio diante de um desafio. É preciso saber o que fazer com isso.

Nesse caso, eu trago muito pro meu mundo. Quando estou mais nervosa, por exemplo, eu paro e digo “Filha, a mamãe precisa respirar!”. Eu paro e respiro por 1 ou 2 minutos, antes de sair explodindo. Eu sei que nem sempre temos esse tempo e essa calma, mas quanto mais investimos nisso, mais repertório a gente cria e resistência também.

A Anne Liv tem os momentos dela, ela diz que “vai pensar na vida” e vai pra um cantinho e fica paradinha para se acalmar. Isso só me mostra que as crianças repetem muito do que nós adultos fazemos. Então, se somos o exemplo, temos que mostrar coisas dar uma boa bagagem pros pituquinhos.

3- Mude o foco!

Quando a Anne Liv está muito chateada ou brava “do nada”, a gente tenta tirar o foco disso. Tem que ter cuidado para não invalidar um momento em que ela está tentando se comunicar. Quando ela cai e chora, nunca tentamos amenizar isso brincando ou dizendo que “não foi nada”, porque afinal ela caiu e sentiu alguma dor, só não reforçamos isso. Tratamos na hora e depois mudamos o foco!

4- Planeje o dia com antecedência! 

Evite sair de casa na hora do cochilo ou da refeição, para que as chances do seu filho estarem de mau humor sejam menores. Tenha um lanchinho na bolsa para o caso de ele sentir forme, se não os pequenos ficam “de bode” e a gente que é mãe fica de cabelo em pé.

5- Dê opções limitadas!

Ofereça opções adequadas para a idade o seu filho, que sejam limitadas, específicas e aceitáveis para você. Por exemplo, na hora de escolher o look do dia, eu já separo duas opções para ela escolher, ao invés de simplesmente abrir o guarda-roupa e dizer “Filha, o que vamos vestir hoje?”.

Se você de arrume a bagunça, você pode perguntar o que ele gostaria de pegar primeiro: os brinquedos ou os livros. Aqui em casa, funciona que é uma beleeeeeza! Sempre que eu limito as opções, facilita muito no foco também.

6- Ajude o seu filho a praticar o autocontrole!

Essa dica, nós adultos precisamooooos muito também. Você pode fazer brincadeiras para estimular seu pituco que ele precisa esperar pela vez dele, controlar seus impulsos e/ou compartilhar algo.

A Anne Liv já aprendeu com a sinalização dos semáforos que na bolinha VERDE é a vez da gente ir de carro e no VERMELHO é a vez dos coleguinhas. Andando na rua do mesmo jeito, ensino sempre a olhar pros dois lados antes de atravessar e esperar o carro passar. São coisas simples que fazem total diferença na rotina e no aprendizado da criança.

7- Use um tom de voz calmo

Eu sinto que tenho mais resultado com a Anne Liv sempre que falo com calma, ao invés de usar um tom autoritário. Claro que tem momentos em que a gente precisa falar mais firme sim! Mas não precisa ser GRITANDO e nem ASSUSTANDO a criança.

8- Mantenha consequências lógicas para o mau comportamento

Por exemplo, remova o objeto que é a causa do conflito e converse com o seu filho sobre o que aconteceu. Eu sempre explico para a Anne Liv que ela não pode pegar brinquedos dos coleguinhas sem pedir, não deixo ela ficar com objetos em casa que não sejam brinquedos, mas sem brigar, sempre explico que pode ser perigoso e que ela deve brincar com os brinquedos dela. E ela entende!

9- Dê o exemplo!

As crianças aprendem por imitação, então é importante que os pais também desenvolvam a calma e o autocontrole. Pais que gritam com os filhos, por exemplo, mostram a eles que este é um comportamento aceitável.

A maternidade nos ensina a ser um exemplo diariamente, eu sempre me vejo correndo atrás de recursos para ser uma mãe melhor e não apenas isso, mas uma pessoa melhor para que a Anne Liv possa realmente ter um bom exemplo. Isso é essencial!

Conta aqui nos comentários sobre os seus desafios na maternidade, compartilha o que te ajuda e o que te atrapalha no seu dia a dia e sua experiência com os Terrible Two.

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Ju