Ué, cadê sua aliança? | Reflexão da Ju

08/07
Ué, mas cadê sua aliança? A pergunta surgiu tem uns 2 meses. Deixei no ar. A pergunta foi ressurgindo e ressurgindo. Pronto! Fiz um post pra te contar porque eu ando sem aliança nos últimos tempos.

 
Pelas minhas contas já fazem mais de dois meses que eu estou sem aliança de casamento. Impressionante como um dia depois de ‘estar sem ela’, numa foto de look… Alguém conseguiu reparar desse mínimo detalhe e foi a primeira vez que me perguntaram sobre. Pode até ser estranho dizer mínimo detalhe porque, na verdade, pra cada pessoa existe um padrão de atenção e importância. Pode ser que para mim seja mínimo detalhe, pode ser que para a pessoa que reparou seja um grande detalhe.
 
Foi interessante seguir meu dia a dia de lá pra cá, só reparando no quanto e em quem reparava nesse detalhe. Assim como muitas vezes a gente só se atenta quando alguém já levantou uma bandeira, nesse caso o fato de alguém perguntar, levava a curiosidade de outras pessoas. Curiosidade, especulação, preocupação, cada um com suas reações. E nenhuma resposta minha.
 
Até que minha mãe perguntou. Porque viu que alguém perguntou. Na verdade, durante um bom tempo, só 4 pessoas sabiam sobre o paradeiro da aliança. Eu, o Crica, a Cris Bordignon e uma quarta pessoa. Sou do tipo de dar notícias quando são necessárias e relevantes no sentido de mensagem positiva. Indo mais a fundo, gosto de dar noticia quando é boa… Nem sempre é possível, mas eu acabo escolhendo então por relevância, ou seja, para quem a notícia precisa ser passada. 
 
Teve um dia, agitado como tantos outros, cheio de compromissos, pessoas, lugares… Daqueles que no fim você só quer relaxar um pouco, ter uma boa conversa, comer um negocinho gostoso. Era bem isso! Eu e a Cris estávamos indo pra minha casa e pensamos, poxa, vamos comer algo no caminho.
 
No caminho tinha uma pedra. Na pedra um caminho. Tinham 4 pessoas que chegaram no nosso caminho e acho que no caminho de nenhuma delas tinha o que tem no meu. Não tinha Deus, não tinha luz, não tinha esperança. O que essas pessoas tinham era desespero, pressa e armas. O que elas queriam? O que não era delas e nunca ia ser. Pode levar, mas vai embora logo. Era tudo o que eu pensava enquanto via mães com crianças de olhos arregalados, casais paralisados, funcionários desesperados. Leva, mas acaba logo com isso, eu continuava a pensar.
 
Moral da história. Eu só fiquei olhando tudo acontecer, não tive uma lágrima sequer, não gasto minhas lágrimas com isso. Só sinto mais e mais certeza de que eles podem levar o que for e jamais terão alguma coisa se quer na vida, se lhes falta Deus, luz, esperança. Da mesma forma como eles nos levam COISAS, mas eu continuo em plenitude com o universo, com Deus, buscando um caminho de luz, repleto de esperança. Isso jamais me faltará, isso ninguém pode me roubar. Levam alianças mas não o casamento, levam carteiras mas não a saúde… Por aí vai. Eles achando que saem ganhando e no fundo, ter não significa ser. Podem ter o que não é deles, nunca serão o que talvez desejem ser… Porque ter não é nada. Então sejamos mais, tenhamos menos.
 
E acabei ficando sem aliança, o anel de noivado foi para o dedo do meio porque emagreci e agora ele cai. Perdi uma aliança, mas ganhei motivos e mais motivos para refletir, entender o que realmente importa pra mim. Entender que lidero minhas emoções, que estou em pleno controle, mesmo quando tudo parece estar em caos. Porque sou feliz, sou plena, sou forte. Ninguém me tira isso!

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Beijos com amor,

Ju