DR E BRIGAS EM CASAL | CRICAJU respondendo sobre relacionamento

25/11

Eu e o Crica respondendo sobre relacionamentos? É minha gente, não é só de amor que vive um casal. 

Uma DR pode ser muito importante para alinhar o relacionamento e colocar em pauta os pontos a serem melhorados. Mas como ter uma DR de qualidade e não perder a cabeça? Eu e Crica vamos responder algumas perguntas sobre relacionamento e esperamos te ajudar.

Respondendo sobre relacionamentos

Como funciona a DR de vocês?

Normalmente, eu puxo quando tenho muita coisa entalada. Antigamente eu levava bastante tempo para falar o que eu sentia, mas isso me fazia muito mal. 

Retroalimentar aquele incômodo faz mal para minha saúde, para o nosso relacionamento, e faz a bola de neve ficar ainda maior. Hoje já conseguimos resolver as coisas de forma mais rápida e mais prática. 

Depois do nascimento do Liam, nossas DRs aumentaram em dias que não temos apoio para nos ajudar, como finais de semana e feriados. 

O Crica comentou um pouco que nossas discussões se resumem muito sobre as coisas de casa, pois divergimos em algumas prioridades. E isso se torna mais intenso por conta dos fatores sono, trabalho e cansaço. 

Um exemplo é quando passamos um tempo na Dinamarca em uma casa com 5 crianças, e não deixamos a peteca cair. Hoje, meu incômodo está mais relacionado a tarefas do dia a dia que acabamos não conseguindo fazer aos finais de semana – quando não temos apoio em casa. 

Com isso, enquanto o Crica acredita que é melhor descansar aos finais de semana, eu já quero manter a casa organizada. Ou seja, diferença de prioridades. E o principal é conseguirmos equilibrar o tempo e a vontade dos dois. 

A minha noção de tempo é um pouco diferente, pois eu vejo as 4-5 horas que meus filhos estão na escola como a oportunidade de fazer tudo que está pendente. Eu fico com uma ansiedade até ver tudo resolvido. 

Felizmente os pontos que discordamos são menores, e conseguimos resolver com comunicação. Hora um cede um pouco, hora o outro. Em geral, nós temos opiniões parecidas na maneira como educamos nossos filhos e com a vida. Algo que eu comentei até no vídeo do tapete novo.

Vocês divergem muito no tipo de educação para as crianças?

Isso não, felizmente. Quando eu engravidei da Liliu, começamos a estudar bastante sobre isso. 

Claro, a maneira do Crica lidar com as frustrações dos nossos filhos é diferente da minha. Nesse caso, o Crica vai para o lado do conforto, enquanto eu vou para o lado da rigidez – que tem muito a ver com a minha educação.

Temos coisas diferentes, mas isso não afeta nossos valores nem a forma como educamos nossos filhos.  

Uma coisa que o Crica comentou no vídeo, e é importante ressaltar é que se estamos juntos é porque queremos estar juntos. Então, se começarmos a nos agredir, chega ao ponto onde isso não faz sentido para nenhum dos dois. 

Por isso, ele não considera nossas brigas como brigas mesmo, e sim discussões. Porque quando começa a esquentar, ou nós paramos ou nós nos acertamos. 

Para mim, significa muito você mostrar que se importa. Às vezes, é você entender que não quer fazer determinada coisa, mas ceder pelo outro. Transpor a barreira da sua zona de conforto. Esse se importar é o que faz a gente ficar juntos. 

Eu até comentei no Instagram que nós vamos nos perder e nos encontrar como casal, inúmeras vezes. E esse se importar do outro, que faz toda a diferença para continuarmos juntos. 

Desde o início do relacionamento seguimos sendo quem somos, mas sempre com a vontade de mudar aspectos que possam facilitar o dia a dia e a convivência com o outro.

Como não perder a compostura? Não consigo não alterar a voz 

Eu também altero minha voz, da ultima vez eu dei uns gritos. E você pode alterar a sua voz, mas é importante não perder o seu limite e partir para o xingamento, por exemplo. Porque nesse momento, a discussão vira briga. 

Dependendo de como você vai administrar suas emoções, você vai encontrar um resultado diferente – e você pode levar tudo para debaixo da ladeira ou não. 

Faltar com respeito não te ajudará a alcançar seus objetivos, seja com parceiros, com família ou amigos. 

A comunicação não violenta fala muito sobre falarmos sobre as nossas verdades, e não sobre apontar o dedo para outra pessoa.

Namorado com preferência por amizade feminina, e não pretende mudar. Me sinto sempre insegura

Amizade não tem gênero. Um dos melhores amigos do Crica, por exemplo, sempre teve muitas amigas mulheres. Muitas vezes, essas pessoas conseguem até entender melhor as mulheres, por conta da convivência. 

Pode sim gerar uma insegurança, mas é importante que você trabalhe isso em você, para lidar com a sua insegurança, e não tentar mudar a outra pessoa. 

Quando você entende que essa verdade acontece apenas em você, se torna mais fácil trabalhá-la. E quem sabe, abrir novos caminhos para conhecer novas amizades. 

Muitas vezes, quando nos sentimos inseguras, nós aumentamos nossa guarda, e isso pode dificultar que você conheça as amizades do seu namorado. Tente baixar a guarda, e se permita se aproximar dessas pessoas. 

Algumas emoções trazem uma fertilidade para nossa mente que não é saudável. 

O Crica até comentou no vídeo sobre quando me conheceu. Ele precisou trabalhar o eu interior dele, para perceber que eu via sim interesse nele. Hoje, ele se sente um cara muito sortudo, mas ele precisou encontrar isso dentro dele. 

 

Gostou? Se identificou com alguma situação?

Podemos trazer mais vídeos sobre nosso relacionamento, sobre trabalhar em casal e outros assuntos do gênero!

Comente lá no vídeo.

Beijos,
Ju